
Estátua de Ibrahim Sued frente ao Copacabana Palace
A estátua está na entrada do Copacabana Palace hotel é obra é do escultor Marcos André Salles e foi inaugurada em 2004
Jornalista brasileiro, Ibrahim Sued nasceu em 1923, no Rio de Janeiro. trabalhou como jornaleiro, entregador, funcionário público e fotógrafo. Aos 22 anos, flagrou, numa foto histórica, o líder da UDN, Otávio Mangabeira, beijando a mão do general americano Dwight Eisenhower. Assinou sua primeira coluna social no jornal “Vanguarda”. Em 1954, foi para “O Globo”, onde desenvolveu um novo estilo de colunismo social.
Criou a lista das Dez e dos Dez Mais Elegantes e famosos bordões como “De leve”, “Ademã”, “Sorry, periferia” e “Locomotiva”, entre outros. Figura polêmica, admirado por uns e criticado por outros, Ibrahim Sued revolucionou o colunismo social brasileiro e influenciou toda uma geração de colunistas. Faleceu em 1995.
Fonte: www.redeglobo6.oglobo.com
*Este artigo procura analisar a coluna do jornalista Ibrahim Sued, publicada ao longo de 45 anos na imprensa carioca. Esta começa a circular em 1951 e apresenta um estilo pessoal, franco e agressivo. Sua notas não retratam apenas as “fofocas” e a vida mundana, mas trazem notícias de política, economia, internacional, comportamento, moda e cultura em geral. Dentro da discussão sobre a linguagem jornalística e gênero literário, situo a coluna social de Ibrahim Sued dentro do gênero jornalístico e faço uma análise desta vasta produção - mais de 15 mil colunas - a partir de cinco temas-chave: política, acontecimentos internacionais, Rio de Janeiro, bailes e festas e comportamento.
Estes assuntos permitem que se avalie o lugar da informação e da opinião nas notas de Ibrahim e que se reflita sobre o papel da subjetividade no jornalismo brasileiro atual.*
Fonte: Isabel Travancas - Universidade do Estado do Rio de Janeiro





