
Nome em inglês: Neotropic Cormorant
Família: Phalacrocoracidae
Ordem: Pelecaniformes
Em regiões onde haja peixes, tanto em águas salobras quanto doces, encontramos o inconfundível biguá (Phalacrocorax olivaceus). Fica num galho seco, ora descansando, ora com as asas bem abertas, para o sol e o vento secá-las.
Quando vai à caça, mergulha e persegue o peixe, nadando velozmente debaixo d´água. Usa este artifício também para fugir de perigo iminente, seja ele qual for.
Voa longas distâncias, em bando, formando uma “V”. Batendo as asas rapidamente, com o pescoço esticado para a frente, o biguá lembra os patos e marrecos. Na Barra de Tijuca, ao entardecer podemos observar bando após bando, indo em direção às ilhas, para lá dormirem com segurança. Durante o dia, podem ficar nas imediações do Bosque da Barra, da lagoa de Marapendí, ou mesmo do Clube de Golfe Itanhangá.
O biguá é todo preto, do pescoço e bioco longos. O jovem, por sua vez, tem coloração acizentada.
Vive – nos rios, lagos, interior, ou litoral / Come – peixes / Mede – 75 cm
Fonte: Observando Aves no Estado do Rio de Janeiro – Lilá Ferrez - 1992




